Quanto mais tempo eu vou surtar
por me perder da minha essência
por desacoplar da minha alma
por perder meus objetivos
e encontrar o caos em mim
de tudo que planejei
e dos resultados que me frustei
Uma caverna semi-aberta
com moldes de mascaras
mas com brilhos nos olhos
da confiança que carrego
das minhas virtudes
A quebra do jogo da desconfiança alheia
A falta da dor que não existe
as multidões que determina o colapso
que explode o cansaço em mim
A dualidade é uma dádiva
mas intensidade torna um carma
da balança extrema que muda
em um simples piscar de olhos.
Estaca zero e volto para o inicio do jogo
mais uma tentativa
mais uma lagrima que solta o fracasso
mais um punhado de garra
mais uma gratidão pela vida
