A mosca que fica agoniada
na sua própria prisão,
que, entre as brechas de luz,
vê uma libertação,
mas não sabe
se o medo que sente
é sobre sair ou ficar.
O zumbido que ecoa dentro de si
incomoda a alma com gritos e lágrimas.
Pousa para observar…
Pobres aqueles que acessam o passado,
mas não conseguem ver o presente e o futuro.
Pobres aqueles que se cegam
e morrem sem ter desfrutado de tudo,
sem saber que o “tudo”
é só uma ilusão do mundo.