Participar dessa live foi um marco pra mim.
Foi a primeira vez que eu me permiti falar de algo tão pessoal em público. Não foi só sobre compartilhar uma história, foi sobre me olhar de verdade — com profundidade.
Dentro da técnica de ThetaHealing, eu consegui acessar camadas minhas que, por muito tempo, ficaram no automático. Camadas que explicam padrões, escolhas e até formas de me posicionar no mundo.
E o mais interessante foi perceber como esse olhar interno impacta diretamente o externo.
Não é só sobre autoconhecimento. É sobre expansão.
Expansão de consciência, de carreira, de possibilidades.
Porque quando eu começo a me enxergar de forma diferente, eu também começo a me posicionar diferente — seja sendo CLT ou empreendendo. O formato deixa de ser o principal, e a consciência passa a ser o que guia.
Essa experiência me trouxe três pontos muito claros:
Liberdade — de escolher sem carregar versões antigas
Autoresponsabilidade — de assumir o que é meu, sem terceirizar
Criatividade — de entender que eu posso recriar minha forma de viver e trabalhar
No fim, não é sobre o lugar onde eu estou.
É sobre como eu me enxergo estando nele.
